Mindfulness, ou atenção plena como também muitas vezes é traduzido, trata-se de uma forma de estar, uma forma de viver a vida. Não se resume por isso, a uma prática que realizamos quando fazemos meditação, ou exercícios de respiração, trata-se sim, de todos os efeitos colaterais que advêm dessas práticas: a mente criativa, a mente sossegada, a presença de espirito, a concentração, o foco.

Acontece que hoje em dia, estamos cada vez mais em “piloto automático”, ou seja, sem darmos conta já fizemos a viagem de carro, já almoçamos e já nos escaparam aquelas palavras que nem queríamos proferir. Tal como acontece com estas ações, também acontece com os nossos pensamentos, sem nos darmos conta já estamos a pensar que hoje é o dia que marcamos o jantar, que temos que ir buscar os nossos filhos, que ainda não enviamos o mail de há 3 dias, e por ai vai. Já não vivemos o momento presente, passamos constantemente o tempo a pensar no que ainda precisamos fazer e nas consequências do que fizemos. E com isso, o coração aperta, dispara, começamos a suar, vivemos angustiados sem saber se conseguiremos realizar todas essas tarefas que vamos mantendo com uma carga prioritária em cima dos ombros. Este estado, de forma continua leva a um desgaste permanente, sobrecarrega o nosso corpo com stress que não lhe é suportável com tamanha frequência: uma coisa é um período determinado de dias, outra é a rotina que se transformou neste ciclo. Precisamos encontrar ferramentas que nos permitam viver o nosso dia a dia de forma mais saudável, sem deixar de fazer os nossos trabalhos.

É aqui que o Mindfulness aporta grande valor, pois permite essa gestão equilibrada de ações, pensamentos e emoções.

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